sábado, 21 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
E, já é...
O início da Primavera ocorreu há pouquinho, às 22 h 45 m. Esta foi hora do equinócio da primavera, ou seja, o instante exato em que começou a primavera.
Entende-se por equinócio da primavera o momento em que o sol cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre que é projetada na esfera celeste). Quando este acontecimento decorre em março, ele recebe o nome de equinócio da primavera no hemisfério norte. Já no hemisfério sul o equinócio da primavera tem lugar em setembro.
A hora muda na primavera, no último domingo de março. Neste último domingo de março deve-se adiantar o relógio uma hora para se entrar no horário de verão.
A primavera em 2015 desabrocha a 20 de março no hemisfério norte e termina a 21 de junho, dando lugar à estação seguinte: o verão, a estação do calor. O solstício de junho marca o fim da primavera. Em 2015 a primavera dá o seu último suspiro às 16h38 do dia 21 de junho.
Whoo hooo....
E dá-se por terminado o segundo período.
Após um exaustivo período de trabalho e dedicação (ok, ok, de alguns) à escola e aos estudos, partimos para a merecida interrupção de Páscoa.
E o que se fez neste último dia? Muita coisa...
De manhã, para além de termos elaborado uma caixinha para colocar um ovinho de chocolate, e um postal, recebemos o Monsenhor Manuel Joaquim, que veio visitar a nossa escola e relembrar aos alunos qual o verdadeiro significado da Páscoa. A visita teve lugar em duas sessões de dois anos de escolaridade cada e decorreu de forma agradável, com os alunos a intervirem, a cantar e a ouvir a mensagem que o Sr. Padre queria transmitir.
Da parte da tarde, terminamos o postal, vimos um filme, comemoramos um aniversário e, terminamos o período letivo com um delicioso pão-de-ló que apareceu milagrosamente na sala.
quinta-feira, 19 de março de 2015
És o sol que me...
...ilumina e aquece o coração.
O Dia do Pai, em Portugal, é comemorado no dia 19 de março, pois é o dia em que se celebra o dia de São José,marido de Maria, mãe de Jesus Cristo.
Neste dia, manda a tradição que se homenageie o pai com uma prenda, e é habitual oferecerem-se prendas simbólicas, realizadas na escola.
E se a tradição manda, então na nossa sala cumpre-se o que ela diz!
Cumpre-se, e mostra-se o que se fez!
Feliz dia do Pai, para todos os pais, principalmente para o meu, que lá em cima, me ilumina e aquece o coração!
quarta-feira, 18 de março de 2015
O Pinóquio...
Sempre que vamos à biblioteca, a convite da professora Idalina, aprendemos coisas interessantes!
Desta vez, e pensando que já sabíamos tudo acerca desta história, que basicamente nos quer transmitir que não se deve mentir, porque se não o nariz cresce-nos, aprendemos que a história do Pinóquio é muito mais do que o que ouvimos contar desde pequeninos.
E, agora que já somos grandes, já temos idade para aprender a verdadeira história de Pinóquio!
Da autoria do italiano Carlo Collodi, As Aventuras de Pinóquio, começaram a ser publicadas semanalmente no Giornale dei Bambini a partir de 1881, vindo a aparecer na sua forma definitiva em 1893, com as ilustrações de Enrico Mazzanti.
Conta-nos as peripécias de uma marioneta, talhada por Geppetto a partir de um lenho oferecido por um amigo que teria engraçado com esse mesmo bocado de madeira pelo espantoso facto de poder rir e chorar como uma criança.
Geppeto, tomando em mãos a estranha maravilha, decide render-lhe uma maior semelhança, esculpindo o lenho nas formas de um rapazinho, para que possa, não só rir e chorar, como também dançar, saltar e dar cambalhotas e dá-lhe o nome de Pinóquio. Terminado o seu trabalho, Geppetto descobre que, afinal, a marioneta é dada à traquinice. Pinóquio conhece então o Grilo Falante que, ao longo da obra, lhe tenta incutir bom senso, não tendo embora grande resultado. As boas atitudes nascem de um esforço próprio e, sem ele, todos os bons conselhos se revelam infrutíferos e incomodativos. Chegando a altura de ir à escola, Geppetto compra a Pinóquio uma cartilha, que este vende para conseguir os meios para se embrenhar numa intricada série de peripécias, em que encontra uma raposa e um gato e, contrariando os conselhos do Grilo Falante, cai nas garras de um bando de assassinos, que o levam a praticar más ações. Esta marioneta tem uma particularidade interessante, quando diz uma mentira vê o seu nariz crescer.
Simbolizando o abandono da infância, destacando o valor da recompensa e procurando demonstrar que ao oportunismo se segue, muitas das vezes, a complicação e o castigo,
As Aventuras de Pinóquio foram o contributo de Collodi, não só para a sólida formação de uma identidade da então nova cidadania italiana, como também para o deleite de todas as gerações que se lhe seguiram, um pouco por todo o mundo e por todas as idades.
terça-feira, 17 de março de 2015
segunda-feira, 16 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
João Pedro Mésseder
O
escritor João Pedro Mésseder veio hoje à nossa escola falar dos seus livros.
Falou um bocado da sua vida enquanto era criança, e contou-nos que as suas brincadeiras preferidas eram
jogar futebol, andar de bicicleta e ler. Para além disso, adorava subir muros e
descobrir o que havia do outro lado.
Este
autor apresentou-nos um dos últimos livros que escreveu chamado «Tudo é sempre
outra coisa» que fala de tudo o que se pode ver para lá do muro.
Depois
de nos falar deste e de outros livros que escreveu, alguns meninos colocaram-lhe
algumas questões, e enquanto o autor ia respondendo, ia falando de outras
histórias e de outros autores.
Até nos fez repetir dois poemas ritmados. Um era da autoria de Vinicius de Moraes e outro, muito semelhante, era da sua autoria.
No final da apresentação João Pedro Mésseder autografou alguns livros que alguns alunos levaram.
Foi uma atividade muito interessante de que gostamos bastante!
Texto coletivo
quinta-feira, 12 de março de 2015
Animais inventados...
O Falcáguia
O Falgáguia, é um falcão-águia. Esse falcão, tem umas asas com cinco centímetros.
A cor das suas penas é azul e branco e o formato do seu bico é em arco e flecha para lançar setas aos outros animais.
Ele, no seu voo, com os seus olhos de águia, vê os seus amigos a voar com os outros pássaros.
O Falcáguia faz o seu ninho nas nuvens, porque assim, nenhum predador lá consegue chegar e, não lhe rouba as coisas, e ele pode manter os seus ovos em segurança.
Simão
A Picas
A Picas é uma ave muito linda. O tamanho das suas asas é de três centímetros e a cor das suas penas são lindíssimas e são amarelas.
O formato do seu bico é mesmo muito bicudo, e com o bico ele ataca os animais.
No seu voo, ele vê muitos pássaros, mas, a Picas, é o mais lindo de todos!
Às vezes ela faz o ninho nas árvores e à noite trata dos seus bebés.
Carolina
A ave especial
A ave de que eu vou falar, é uma ave muito especial.
As suas asas são tão pequenas, mas tão fofinhas!
As penas são brancas e limpas, sempre a brilhar.
O seu bico é parecido com o das outras aves. A única diferença é que o seu bico é como cristal a brilhar e serve para apanhar minhocas, comidas, bichos...
A ave está sempre a observar os humanos. Ela gosta de voar e de fazer coisas fixes.
O sítio preferido dela é nas cascatas, pois é lá que ela esquece os problemas.
O seu ninho é feito de paus e de folhas para ficar sempre seguro.
Tudo é sempre uma aventura para esta ave.
Ana Faria
O porcominhoca com asas e bico
Já era de noite e eu já estava na cama. Como não conseguia dormir decidi inventar um porcominhoca com asas. O tamanho das asas do porcominhoca era enorme. A cor das suas penas eram cor-de-rosa, o formato do bico era muito bicudo e servia para que quando eu me engasgasse, ele me ajudasse com o seu bico.
Ele comia de tudo e durante o seu voo ele observava lindas paisagens. A sua preferida eram as cataratas Arco-Íris.
Ainda não vos falei do segredo dele. Ele, era dos pássaros mais inteligentes do mundo.
Aquilo que eu mais gostava nele, é que ele me ajudava nos trabalhos de casa.
Camila
quarta-feira, 11 de março de 2015
Querido Super-Homem...
Ribeirão, 11 de fevereiro de 2015
Querido Super Homem,
Estou a escrever-te esta carta para te dizer que te admiro muito. Gostava muito de ser como tu e ter esses super poderes.
Adorava poder voar pelos céus, com a rapidez com que voas, e poder levantar objetos pesados só com uma mão, tal como tu!
Mas, o que eu mais gostava, era poder ter visão raio-x e conseguir salvar e ajudar pessoas em perigo.
Super-Homem, tu és mesmo o melhor super-herói do mundo.
Um abraço com muito carinho...
Texto coletivo
terça-feira, 10 de março de 2015
E ontem...
...foi a vez do Mário, o pai do Ribeiro, contar uma história.
«A história do menino distraído» poderia muito bem ser a história de alguns meninos da nossa sala, que também adoram fazer pausas no mundo da lua! Mas não. Esta é apenas a história escolhida pelo pai do Ribeiro para ser contada aos meninos (as) distraídos que pertencem a esta sala.
Nesta história, fala-se de um menino tão distraído que se esquecia de tal forma do que se passava à sua volta, que até se esquecia de que tinha
um corpo.(Tal como alguns meninos (as) desta sala!)
Este rapaz era tão distraído que tinha comportamentos verdadeiramente estranhos. (Tal como alguns meninos (as) desta sala!)
Ia
contra os postes e pedia desculpa, enfiava o dedo na jaula dos macacos, apresentava uma
embalagem de chocolate vazia a pensar que era o bilhete de autocarro, e esquecia o lanche,
que apodrecia sempre no fundo da pasta. Também ia para a escola de pijama e deixava os
blusões em todo o lado. (Tal como alguns meninos (as) desta sala!Ups...Nada como alguns meninos desta sala!)
Um dia, algo de extraordinário aconteceu.
Quando o rapaz jogava à bola, esta saltou
para a rua e ele foi atrás dela. Era como se pensasse que o seu corpo também era feito de
borracha. Só que, desta vez, um condutor não travou a tempo e o rapaz acordou num lugar
onde já tinha estado muitas vezes: a lua.
E lá passou quatro dias! Mas, quando acordou então do sono lunar que nos
mergulha num estado muito próximo da morte, com dores de cabeça e mais dores
ainda no coração, percebeu que teve sorte, porque alguns nem sequer chegam a acordar de tanto estarem
sempre na lua.
Agora, embora suba de vez em quando ao mundo da lua, sabe que cuidar de si, ter atenção aos
perigos, saber evitar os obstáculos, é ter sempre os dois pés bem assentes na terra.
segunda-feira, 9 de março de 2015
Voa, voa, voa borboleta!
Hoje deitamos mãos à obra e aproveitamos o sol quentinho que teimava em brilhar lá fora, para chamar um dos animais mais bonitos que costuma aparecer quando desponta a primavera! As bor-bo-le-tas!
Chamamos, chamamos, chamamos, mas parece que não nos ouviram!
E, enquanto elas não aparecem, resolvemos criar as nossas próprias borboletas que vão servir para enfeitar a árvore mais vistosa da nossa escola...
Bor-bo-le-tas!!
domingo, 8 de março de 2015
Hoje é o dia...
O Dia Internacional da Mulher é comemorado anualmente a 8 de março.
A data surgiu pela primeira vez a 19 de março de 1911 na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
Desde esse ano, o dia tem vindo a ser comemorado em vários países, de forma a reconhecer a importância e contributo da mulher na sociedade.
Outro dos objetivos por detrás da origem do Dia Internacional da Mulher é recordar as conquistas das mulheres e a luta contra o preconceito, seja racial, sexual, político, cultural, linguístico ou económico.
Em 1975, as Nações Unidas promoveram o Ano Internacional da Mulher e em 1977 proclamaram o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher.
No Dia Internacional da Mulher é comum serem enviadas às mulheres mensagens de apreço e homenagem, e fazerem-se pequenas surpresas, como o envio de flores e bombons.!
sábado, 7 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Os pais contam tão bem histórias!
Hoje tivemos a visita de dois pais na nossa sala.
Primeiro veio a mãe da Carolina (a Patrícia) e depois o pai do Simão (o Carlos).
E o que vieram eles fazer?
Sim, isso mesmo! Vieram contar-nos histórias!
Tendo em conta que estamos na semana da leitura fazia todo o sentido convidar os pais para entrar no mundo da imaginação e levar-nos com eles.
Primeiro, viajamos com a mãe da Carolina até à floresta onde vivia um coelhinho branco que foi à horta para apanhar couves para o seu caldinho e quando chegou a casa, encontrou-a fechada e ocupada pela cabra cabrês que só sabia dizer: -Eu sou a cabra cabrês que te salta em cima e te faço em três!
Valeu-lhe a formiga, que lhe saltou em cima e lhe furou a barriga!
Seguidamente veio o pai do Simão, que contou uma lenda muito antiga, que aconteceu para os lados de Almeirim, e que conta a história de um frade que andava no peditório e que chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada.
O frade, que estava a cair com fome,disse que ia matar a fome fazendo um caldo de pedra. Incrédulos, o casal de lavradores não acreditava em tal façanha, mas, o frade, fino como um rato, lá foi conseguindo os ingredientes para conseguir fazer um belo e apetitoso caldo de pedra.
Gostamos muito das histórias contadas e agradecemos a presença destes pais. O convite estende-se a todos os outros e a porta da nossa sala está sempre aberta para quem nos quiser visitar.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Crescer com livros...
Bill Gates
quarta-feira, 4 de março de 2015
Das minhas histórias preferidas...
Já dizia alguém que ler alimenta a alma. E sempre que releio ou me recordo do livro que a seguir apresento a alma inquieta-se. E fico feliz...
Fico feliz porque constato o quão grande pode ser a alma das pessoas, e o quanto ela engrandece com pormenores, aos olhos de muitos, sem a mínima importância.
Conheci este livro há uns anos e li-o, a uma outra turma, com alunos muito diferentes dos de agora, dos de hoje.
Felizmente consegui encontrar nos olhares de grande parte, um brilho que não me é desconhecido.
“O Pássaro da Alma”, de Michal Snunit é uma obra lindíssima que nos explica o que é a alma através da metáfora de um pássaro.
De forma poética e única somos convidados a entrar no mais profundo de nós e a "sentir sentimentos", a perceber aquilo que sentimos, como o sentimos e porque o sentimos.
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