segunda-feira, 21 de março de 2016

Hoje é o dia...

...Mundial da Árvore e da Floresta.



...da Poesia.




Coelhinho da Páscoa!

E o nosso coelhinho da Páscoa deste ano, apesar de não muito elaborado,ficou bem giro!
Aqui fica um cheirinho de como decorreu a atividade...
As guloseimas é que nem vê-las!
Disse-me o Marco, que guardou algumas das que lhe foram oferecidas, muito bem guardadas num local onde ninguém as conseguiria alcançar: na barriga!

sábado, 19 de março de 2016

E porque...

... o meu pai também merece:


FELIZ DIA DO PAI

Hoje é o dia do ...

...pai!
O Dia do Pai constitui uma homenagem aos pais de todo o mundo, sendo celebrado a 19 de Março.A criação de um dia de homenagem aos pais terá acontecido nos Estados Unidos quando Sonora Luise pretendia um dia especial para homenagear o seu pai, William Smart, um vetereno da Guerra Civil que ficou viúvo quando a sua esposa deu à luz ao seu sexto filho. E assim surgiu o hábito de oferecer uma prenda a uma das pessoas que mais amamos no mundo...e a tornar este dia, um dia especial.
Como não podia deixar de ser, na semana que passou conseguimos arranjar um tempinho para fazer a prendinha do dia do pai.
Fica o registo:


sexta-feira, 18 de março de 2016

Encerramento Letivo...

E dá-se por finalmente encerrado o 2.º período.
Os alunos entram agora para a merecida interrupção da Páscoa, após um período exaustivo de trabalho. Por isso, o encerramento de mais um período de trabalho foi feito de uma forma mais leve.
De manhã, o Monsenhor Manuel Joaquim veio visitar a nossa escola e relembrar aos nossos alunos qual o verdadeiro significado da Páscoa. A visita teve lugar em duas sessões de dois anos de escolaridade cada e decorreu de forma agradável, com os alunos a intervirem, a cantar e a ouvir a mensagem que o Sr. Padre queria transmitir. 
Visualizámos algumas imagens, procedemos à leitura de algumas mensagens, e entoámos canções. No final agradecemos a visita do Sr. Padre que nos brindou com um «santinho».
Neste dia, ainda fizemos um coelhinho da Páscoa, onde a professora colocou umas guloseimas, (poucas...pois a vida não está fácil para ninguém, e o que conta é a intenção), um postal para oferecermos aos pais ou padrinhos/madrinhas e ainda assistimos a uma "sessão de cinema e música".


quarta-feira, 16 de março de 2016

Clube de leitores da EB de Ribeirão

Recebemos hoje, com muito orgulho e entusiasmo, na nossa biblioteca, o Clube de Leitores da EB2/3 de Ribeirão.
E recebemos com bastante orgulho, pois, apesar de já ter sido há algum tempo, parte desta "comitiva" frequentou o nosso estabelecimento de ensino, e é sempre gratificante verificar o sucesso que os «nossos» vão tendo à medida que vão "crescendo".
Os alunos e a D. Sandra Escudeiro fizeram a leitura de alguns poemas, e por momentos, deixamos-nos levar, e voar com cada uma das palavras que era pronunciada.
A-do-ra-mos! 
E, esperamos que voltem brevemente!







Parabéns, parabéns...


segunda-feira, 14 de março de 2016

Fórum da Leitura...

Decorreu hoje o II Fórum de Leitura da Escola Básica de Ribeirão, e quem representou a nossa turma nesta edição foi o Daniel.
O Daniel apresentou um dos livros da obra «O Bando das Cavernas», chamado Super Fantásticos, do autor Nuno Caravela. As ilustrações deste livro são também de Nuno Caravela.
Relativamente a este livro diz o Daniel:
«Um dos livros que mais gostei de ler até hoje é um dos livros da obra «O Bando das Cavernas» chamado Super Fantásticos. Este livro foi escrito e ilustrado por Nuno Caravela.Gosto muito deste livro, pois é um livro que está cheio de aventuras e que me faz rir muito.É um livro que fala de um grupo de amigos. Estes amigos formam o Bando das Cavernas e chamam-se Tocha, Menir, Kromeleque, Tzick e Sabre. Neste livro, o Bando das Cavernas, com os seus superpoderes vão combater os vilões da história e como sempre, vão triunfar!Aconselho toda a gente a ler este livro, pois é um livro que nos faz querer transformar em super herói e a perceber que a imaginação não tem limites.
Um abreijo Daniel...ou seja...um abraço acompanhado de um beijo!


sexta-feira, 11 de março de 2016

Dia do Agrupamento....

Assinalou-se hoje o Dia do Agrupamento, tendo a manhã sido dedicada a atividades para os alunos do quarto ano, e a parta da tarde para os restantes alunos.
Este foi um dia cheio de atividades, exposições de trabalhos, peddypapers, experiências, desporto...
Para terminar o dia em grande, os alunos do quarto ano, cantaram uma música para que toda a comunidade educativa ouvisse, intitulada «Ser estudante».
Assim se passou um dia bem animado, na qual a comunidade escolar se mostrou unida!



quinta-feira, 10 de março de 2016

Dos meus livros preferidos...ou, o meu livro preferido!

Há uns bons anos, e não sei como, provavelmente em mais uma das coincidências do destino, apareceu-me numa sala de aula um livro chamado «O Pássaro da Alma». Acho que nem precisei de o ler para perceber do que falava. Folheando-o, página a página, quase só ia observando as imagens que o ilustravam.Obviamente ia deitando um olhito às simples e fortes palavras que as acompanhavam... E por ser de tão simples compreensão, passou a ser o meu único livro favorito. Tão favorito que nem precisa fazer parte da minha coleção de livros. Tenho-o aqui...na caixa dos pensamentos.
Este livro já me serviu para explicar muitas coisas às crianças com quem lido. Já tentei transmitir o que sinto ao lê-las a esta turma, mas os tempos são outros e talvez estas crianças ainda não tenham maturidade suficiente, para entender...para refletir...ou talvez já não tenha eu a capacidade de transmitir aquilo que há tempos julgava fácil....
O que escrevo a seguir aconteceu há um bom par de anos, e só me recordo, porque foi um episódio tão importante para mim, que fiz questão de o registar...E começa quase assim:
Há uns bons anos e na sequência da leitura de um livro, a uma outra turma, numa parte da história a personagem principal ouve uma voz que lhe diz: «Fala com as palavras do coração…».
Aproveitando esta deixa começo a pensar:"Coração? ...aqui estava um bom tema para dinamizar.
Com giz vermelho, desenhei no quadro um grande e belo coração (talvez o meu), ao que a Mónica indignada me pergunta: 
«- Mas, Srª professora, o coração não tem essa forma! Qual é a forma do coração?.» 
Querendo mostrar algum saber e com alguma ajuda, o Bruno replica que o coração tem uma forma ovalada e que seria talvez do tamanho de um punho (fechado). 
Eu, no alto do meu metro e meio (ok, ok…1,65m), lá respondi prontamente e com um ar matreiro: 
«-Ai sim? Que coração pequenino e tão feio…..» 
Gargalhada geral! 
«- O meu coração tem exactamente esta forma! E aposto que a maioria dos vossos também! 
E mais uma pequena grande informação: por dentro está todo dividido em gavetinhas!» 
«- Ó professora, mas assim parece um camiseiro!» - Indagou o Emanuel. 
«- Bem visto, mas já viram? Pouca gente tem a sorte de ter um camiseiro em forma de coração! Eu sou chique de doer….» 
«- Mas professora, da parte de trás também tem gavetas?» 
«- Ó querida tem tantas gavetinhas que acho que não arranjaria números para as contar!- exclamei com um ar importante à Ana Cláudia. 
«- Mas agora, e que vocês sabem qual é a minha opinião, gostaria que me dissessem o que será que existe dentro de cada gavetinha? Ajudam-me? – inquiri a medo….» 
O objetivo principal já estava bem apreendido, e as respostas foram surpreendentes. «- Paz?Amor?Raiva? Alegria? Calma? Inveja?Bondade? Tristeza? Felicidade?….etc» 
«- E muito, muito mais! – respondi eu com um sorriso de orelha a orelha. Contudo nem sempre as gavetas se abrem ao mesmo tempo. 
Por vezes, abre-se a da alegria, por vezes a da tristeza, muitas vezes o da inveja, e da raiva. Grande parte das vezes o da bondade. 
Mas, se pudermos abrir na hora certa um pouquinho de todas…seremos felizes e nós próprios arranjaremos as nossas palavras mágicas, e das emoções! 
Mas acima de tudo deveremos ter sempre escancarada, a gavetinha do aiiiiiii….» 
«Amor!» - responderam quase em sintonia! 
Pá…saí da escola agradecendo que a minha mensagem tivesse passado…e todos a caminho do lanche iam dizendo as suas palavras mágicas. E, a minha gavetinha da felicidade, abriu-se tornando o meu coraçãozito mais forte e feliz!"
Este memória registei-a logo na altura, não fosse esquecer-me da importância dela...e sabem o mais engraçado? A estes meus alunos, nunca ninguém tinha lido o livro «O Pássaro da Alma», nem eu...e o que eles me descreveram? Têm de ler o meu único livro favorito:

quarta-feira, 9 de março de 2016

António Mota...no Centro Escolar!

António Mota é um nome de grande referência no que se refere a escritores de Portugal, sendo um dos que mais publica no nosso país, e sempre com enorme qualidade. 
Apesar de já o conhecermos de nome, e de ao longo destes quatro anos de escola o termos encontrado várias vezes nos livros em que trabalhamos, não tínhamos uma ideia formada do que iríamos ou poderíamos encontrar.
No dia anterior, andamos a investigar a sua vida, fazendo umas pesquisas na internet, mas existem coisas que a internet, numa simples pesquisa não nos consegue dizer. E foi precisamente no dia seguinte que descobrimos que para além de um excelente contador de histórias, António Mota é um excelente comunicador que consegue descer ao nível das crianças e fazê-las rir até com o olhar.
Todos adoraram e esperaram ansiosamente pelas respostas às suas perguntas e pelo famoso autógrafo nas páginas dos livros adquiridos.
Foi um momento para lá de fantástico, onde rimos, ouvimos histórias de antigamente e fomos felizes.


Dia do Agrupamento...

segunda-feira, 7 de março de 2016

Marcadores de livros...na semana da leitura!

Tendo em conta que iniciamos a semana com a semana da leitura, nada mais lógico que a começarmos, elaborando uns marcadores de livros.
No início achamos que não iam ficar nada especiais, pelo que nos limitamos a pintar as imagens que estavam impressas na fotocópia. 
Depois, demos um jeitinho na pintura e a coisa foi-se compondo! Como nos apercebemos que o papel de fotocópia era demasiadamente fino e os marcadores de livros querem-se rígidos, reforçamo-los com papel cavalinho. 
Depois foi a professora quem pôs mãos à obra, e com o x-acto, deu um corte no local adequado.
Quem não dava nada por eles,enganou-se redondamente. Ficaram um estrondo!


sexta-feira, 4 de março de 2016

Semana da Leitura...

Na próxima semana comemorar-se-á a Semana da Leitura. Nesta décima edição propõe-se convidar as escolas das redes pública e privada a dinamizarem ambientes festivos que envolvam as suas comunidades educativas e a população em geral em iniciativas plurais, que dêem visibilidade à leitura como prazer e a tornem presente em todos os momentos e em qualquer lugar.
A Semana da Leitura surge, pois, como uma grande festa, que envolve não só escolas e encarregados de educação, onde todos são bem-vindos e onde se criam “ELOS de LEITURA”.
Este ano, a nossa semana da leitura será assim:

terça-feira, 1 de março de 2016

E assim começa...março!


Em Março, esperam-se as rocas e sacham-se as hortas.

Em Março, tanto durmo como faço.

Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.

Março duvidoso, S. João farinhoso.

Março, marçagão, manhãs de Inverno e tardes de Verão.

Nasce erva em Março, ainda que lhe dêem com um maço.

Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.

Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.

Quem em Março come sardinha, em Agosto lhe pica a espinha.

Quem poda em Março, vindima no regaço.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Saltando, de palavra em palavra...

Um chupa-chupa

            Vicente era um velhinho muito especial de quem toda a gente gostava. Apesar do seu cabelo branquinho e das rugas que lhe cobriam a face, Vicente tinha um aspeto jovem. Como já via um bocado mal, para além dos óculos, usava uma bengala que já lhe pertencia desde que era criança, e que o ajudava em várias situações.
            Mas vamos andar atrás no tempo…
            Quando Vicente era pequeno, e quando brincava no parque, encontrou algo que lhe despertou a curiosidade: era uma caixa muito enfeitada. Chegou perto dela e reparou que estava aberta. Lá dentro, estava um chupa-chupa que parecia ser delicioso. Ao pegar nele, algo estranho aconteceu. O chupa, já não era chupa e tinha-se transformado numa bengala de madeira.
-Estarei a sonhar? Parecia mesmo um chupa-chupa! Não faz mal, levo-a para casa! Pode dar-me jeito! – pensou ele.
Passaram dias e dias e esta bengala fazia parte das brincadeiras de Vicente. Um dia, estava ele no parque, e enquanto assistia a uma discussão que já estava a sair dos limites, fechou os olhos pedindo que esta parasse. Ao mesmo tempo, bateu com a bengala três vezes no chão. Quando abriu os olhos, a discussão tinha parado e a bengala tinha-se transformado num chupa-chupa. Admirado com este acontecimento, deu três lambidelas no chupa-chupa, e logo este se voltou a transformar numa bengala.
-Estarei a sonhar? Parecia mesmo um chupa-chupa! Não faz mal…- pensou o Vicente.
Passaram alguns anos e o Vicente era agora um adolescente. A bengala fazia parte da sua vida e muitas vezes a usava para brincar ou para lhe fazer companhia. O Vicente não sabia explicar, mas aquela bengala sempre lhe pareceu ser especial.
Numa bela manhã, enquanto tomava o pequeno-almoço e via televisão, uma notícia chamou-lhe a atenção:
-NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA! UM PERIGOSO FURACÃO DESTRUIRÁ HOJE, PARTE DA CIDADE!
O Vicente levantou-se rapidamente e foi até à janela ver o tempo. Logo se apercebeu que o furacão estava próximo dali. Fechou os olhos, desejando que o furacão passasse. Ao mesmo tempo bateu com a bengala, três vezes, no chão. Quando abriu os olhos, o tempo estava melhor e a bengala era agora um chupa-chupa. Admirado com este acontecimento, deu três lambidelas no chupa-chupa, e logo este se voltou a transformar numa bengala.
A partir desse dia o Vicente percebeu tudo, e percebeu também por que motivo sentia que aquela bengala era especial. É que com ela, podia praticar boas ações e transformar momentos menos felizes, em situações que nunca tinham realmente acontecido. E no final ainda podia dar umas lambidelas num saboroso chupa-chupa! E aquele chupa-chupa era mesmo delicioso! O Vicente comparava o seu sabor a um bolo coberto de chocolate, recheado de caramelo e enfeitado com o mais variado tipo de gomas e rebuçados…
Mas rapidamente concluía que aquele sabor só existia por causa das boas ações que realizava.
Foram muitas as ações que o Vicente praticou: evitou acidentes, impediu assaltos, protegeu crianças de serem maltratadas, defendeu os países das guerras…e bastava para isso fechar os olhos e bater com a bengala três vezes no chão.
E foi assim a vida do Vicente. E, à medida que ia crescendo, era cada vez mais feliz, pois dia após dia praticava uma boa ação.
Ele casou, teve filhos e os seus filhos também tiveram filhos. E, de geração em geração se foi transmitindo a importância de se ser bom e de se praticar boas ações. O que também foi transmitido era o quanto aquele “chupa-chupa-bengala” contribuía para que momentos menos felizes se transformassem em situações que nunca tinham realmente acontecido. Bastava apenas fechar os olhos e desejar o bem!
Já velhote, Vicente sentia-se feliz ao pensar em tudo o que já tinha feito e sentia-se verdadeiramente recompensado por tudo o que tinha conquistado.
Já diz o ditado:
“- Cada um colhe o que semeia…”


Texto coletivo