quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Magusto...no verão de S. Martinho!

Episódio do dia de ontem...

Chegados ao campo de batalha...Ups! Ao campo das castanhas, dispusemos-nos em roda.
Pouco a pouco iam chegando os outros soldados...Ups! Alunos.
Passado algum tempo montado num cavalo...Ups...num carrinho...chegava S. Martinho! Ups...chegavam as castanhas e o suminho!
Tudo parecia enquadrar-se num verdadeiro dia de S. Martinho: o sol, os risos estampados nas caras das crianças, as castanhas quase no ponto...
Quem quisesse fechar os olhos e abstrair-se do barulho e dos risinhos provocados pelas crianças, conseguia quase imaginar S. Martinho a empunhar a espada, e via-o dar metade da sua capa vermelha ao mendigo. E quase conseguiria "cheirar" a bondade daquele momento. Sim, cheirar. Porque a bondade tem cheiro...e nesta época bondade tem o cheiro das castanhas assadas que partilhamos com o colega do lado.
E...
Só ficou a faltar a tradicional fogueira feita com a caruma que há tempos era trazida pelos alunos e que disposta com pinhas, folhas e paus secos, servia de forno improvisado, onde algumas castanhas dançavam saltitando de um lado para o outro à espera de ver saltar crianças confiantes e contentes, preparados para a cara enfarruscar!


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Quentes e boas...

Hoje o sol batia-nos à janela como se nos estivesse a convidar para ir brincar com ele. Na sala, ultimávamos os últimos cartuchos. (Cartuchos, no sentido literal da palavra.)
Munidos com cartolinas, tesoura, colas, garrafas de plástico, lápis de cor, marcadores e fita de embrulho, trabalhávamos com afinco para terminarmos as nossas tarefas e nos podermos vir juntar ao sol que alegremente dançava já ao redor da escola.
Corte para aqui, corte para ali, um bocadinho de cola de um lado, outro bocado do outro, traço de marcador aqui, uma pintura ali, e...trabalho acabado!
Depois de terminados os cartuchos para as castanhas quentes e boas, lá nos preparamos para, juntamente com todos os alunos da escola comemorar o dia de S. Martinho, com o nosso tradicional magusto.
Preparados a rigor, com o cartucho perfeitamente alinhado ao pescoço, dirigimos-nos tal qual soldados para o campo da batalha...
Ups...
Para o campo das castanhas!




Teatro de S. Martinho



Lenda de S. Martinho

 


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Dicas e mais dicas...#15

“A TERRA TREME”


“A Terra Treme” é um exercício de sensibilização para o risco sísmico, com a duração de um minuto, que se realiza no dia 6 de novembro, às 11h06.
Esta iniciativa vai de encontro às propostas enunciadas no Quadro de Ação de Hyogo subscrita por 168 Estados-Membros da Nações Unidas. No quadro da Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes (ISDR) promovem-se vários projetos e ações tendo como preocupação central aumentar a capacidade de resiliência das comunidades, tendo Portugal em 2010 criado formalmente a Plataforma Nacional para a Redução de Catástrofes, seguindo os mesmos princípios e objetivos centrais - “A resiliência de um grupo, comunidade, ou organização, está dependente das capacidades que em conjunto conseguem desenvolver e que lhes permitam adaptar-se e fazer face a situações de mudança e perturbação, sem grandes danos, nem perda de recursos” (UNISDR, 2005).
Incrementar estas capacidades passa por um progressivo esforço colaborativo entre organismos responsáveis e populações, introduzindo metodologias proactivas como a educação, o planeamento e o desenvolvimento da sensibilização local para os riscos. 
Uma Comunidade Resiliente é composta por cidadãos mais conscientes, mais defendidos, mais esclarecidos, mais ativos e interventivos na sua própria segurança.
Assim, “A Terra Treme” é um exercício de carácter informativo e mobilizador em torno da temática específica do risco sísmico. O treino de procedimento em caso de sismo, é uma prática corrente e trabalhada em muitos países.

domingo, 1 de novembro de 2015

E assim começa...novembro!

Em Novembro, prova o vinho e semeia o cebolinho.

Se em Novembro houver trovão, o ano seguinte serão bão. [bom]

Cava em Novembro e planta em Janeiro. 

Em Novembro põe tudo a secar, pode o Sol não tornar. 

Novembro é quente no começo e frio no fim.

Em Novembro, e no mês do Advento, racham as fragas com a água e com o vento.

Novembro pelos Santos, neve nos campos.

Em dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.

De Todos-os-Santos ao Santo André (dia 30), um mês é; de Santo André ao Natal, três semanas.

De Santos ao Natal é bom chover e melhor nevar.